Por: Analice Paron
Cheios de história pra contar e peças únicas, os brechós são fonte de inspiração, fantasia e garimpo.
Contudo, as lojas especializadas em roupas, acessórios e peças seminovas ainda sofrem com o preconceito do público. “Muita gente que não admite que frequenta minha loja”, conta Jucelina, a dona do brechó Tudo Novo de Novo, no centro de Mogi Mirim.
“Tem gente que não tem respeito pelas roupas, entra, experimenta, estoura zíper, rasga a costura e sai da loja, acha que pela roupa ser usada não mereceu cuidado”, explica a decoradora.
O preconceito é motivado pela falta de informação acerca da origem dos produtos vendidos no brechó. Além de roupas vintage, datadas de épocas bem antigas, muitas lojas comercializam roupas novas, usadas só uma vez.
“Há sempre fornecedoras fiéis que trazem roupas muito bem conservadas”, revela Jucelina.
E para provar que brechós são sim fonte de moda, Jucelina topou o desafio de montar looks com tendências atuais. O resultado foram figurinos com muito estilo e ótimos preços.
A cor azul é sinônimo de harmonia e nas passarelas teve destaque com o nome de Azul Klein.
Yves Klein , natural da Nice na França, nasceu em 28 de abril de 1928. Filho de pintores começou sua experiência artística cedo. Mais do que um percussor de um neorrealismo, ou da pós-modernidade, Klein buscava a arte através do movimento e das cores. Considerava seu trabalho invisível, porém se tornava visível na medida em que o pintor descobria o rosa, o dourado e, sobretudo o azul. Sua cor mais famosa, patenteada por ele como Azul Klein Internacional.
E é com essa cor que os modelitos a seguir foram garimpados.
E é com essa cor que os modelitos a seguir foram garimpados.



